Andresa Piva - jornal A Tribuna - 21/09/07
Foi a partir do primeiro santinho que ele começou a construir a sua coleção. Ele os encontrava em gavetas, livros e os conseguia nas festas de igrejas da região. Um dos primeiros santinhos foi encontrado dentro de um missal (livros de orações) datado de 1955. No mesmo livro foram encontrados ainda santinhos produzidos em 1938, 1949 e 1954, recorda.
Aos poucos, o gosto pela coleção passou a ser conhecida por amigos e conhecidos, que começaram a doar o que tinham em casa para o colecionador. Entre elas a do seu protetor, São Miguel Arcanjo. O santinho com a imagem do padroeiro de Rosso, está junto aos demais. Mas, para mostrar que ele é seu protetor a imagem ganhou um espaço especial no quarto dele. Aliás, neste cômodo que parte da história do universitário está guardada.
Com tantos santinhos é a uma personalidade bem mais recente que Rosso atribui a principal graça de sua vida. Há quatro anos após o pedido da mãe dele em frente a televisão no dia em que estava sendo velado o corpo do Papa João Paulo II, o filho não sofreu mais de ataques epilépticos. "Foi uma graça" afirma a aposentada.
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